Design Gráfico

junho 6, 2008 às 7:02 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O design gráfico é uma forma de comunicação visual. É o processo de dar ordem estrutural e forma à informação visual, trabalhando frequentemente a relação de imagem e texto. Podendo ser aplicada a vários meios de comunicação, sejam eles impressos,digitais, audiovisuais, entre outros.

O profissional que realiza esse tipo de função é o designer gráfico. No entanto, mesmo existindo uma formação específica para essa área, vários tipos de profissionais tentam atuar como designers gráficos – notoriamente os publicitários, assim como ilustradores e artistas gráficos. Por falta de base fundamentada dos profissionais formados em outras áreas e que atuam com o design acabam distorcendo a conceituação de cores, formas, idéias, valores, estética e outras qualidades inseridas num trabalho final.

Tradicionalmente os princípios do design gráfico estavam ligados a um formalismo e o funcionalismo. Atualmente, com o desenvolvimento da internet e da teoria do design de informação, há uma preocupação maior com a infor,ação e o papel do usuário no design gráfico.

Creative Communs

junho 6, 2008 às 6:57 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

O que é Creative Commons?

A Creative Commons é, na minha opinião, a manifestação clara do direito à criatividade. Sabe aquela coisa de “duas cabeças pensam melhor do que uma?” É mais ou mais por aí. Se você escreve, faz música, cria imagens, produz fotos, desenvolve software, entre outros, certamente observa e acompanha o trabalho de pessoas que têm atividades semelhantes às suas. Muitas delas não estão interessadas em cobrar por suas criações, mas sim querem que outras pessoas as aproveitem lendo, ouvindo, vendo e por que não, melhorando, alterando, reaproveitando!

Para que serve?

Com a licença Creative Commons, autores e criadores podem permitir o uso de suas obras de maneira muito mais flexível. Eles podem decidir como e sob quais condições seus materiais podem ser utilizados. Um exemplo: um escritor pode permitir a qualquer pessoa o uso e a alteração de um texto seu, exceto em aplicações comerciais. Note que, neste caso, a licença Creative Commons dá mais liberdade de uso à obra, mas não tira do autor original a possibilidade de geração de renda: ele pode cobrar pelo uso do texto no caso de atividades comerciais.

História do Papel

junho 6, 2008 às 6:56 pm | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário

Desde os tempos mais remotos e com a finalidade de representar objetos inanimados ou em movimento, o homem vem desenhando nas superfícies dos mais diferentes materiais. Nesta atividade, tão intimamente ligada ao raciocínio, utilizou, inicialmente, as superfícies daqueles materiais que a natureza oferecia praticamente prontos para seu uso, tais como paredes rochosas, pedras, ossos, folhas de certas plantas, etc. Acompanhando o desenvolvimento da inteligência humana, as representações gráficas foram se tornando cada vez mais complexas, passando desse modo a significar ideias. Este desenvolvimento, ao permitir, também, um crescente domínio da circunstâncias através de utensílios por ele criados, levou o homem a desenvolver suportes mais adequados para as representações gráficas. Com esta finalidade, a história registra o uso de tabletes de barro cozido, tecidos de fibras diversas, papiros, pergaminhos e, finalmente, papel.

A maioria dos historiadores concorda em atribuir a Ts’ai Lun da China a primazia de ter feito papel por meio da polpação de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Este processo consistia em um cozimento forte de fibras, após o que eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira feita de juncos delgados unidos entre si por seda ou crina, era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certaquantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Precedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material poroso ou deixando-a pendurada ao ar. Os espécimes que chegaram até os nossos dias provam que o papel feito pelos antigos chineses era de alta qualidade, que permite, até mesmo, compará-los ao papel feito atualmente.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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